Pois é, estou em um daqueles sites que você envia a sua foto e a do parceiro e vê como seu filho será.
Meu filho com o Depp saiu tão feio, mas tão feio que não tenho nem coragem de colocar a foto aqui.
http://www.makemebabies.com/viewbaby.php?server_id=2&folder_id=86&image_name=wb20091029095742hn893avn58kn7d9pfv3e0v0eg2.jpg&baby_name=&o=s
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Frase filosófica da semana
sábado, 17 de outubro de 2009
Destinando
Era dada a grandes mentiras. Entre a verdade insignificante e a mentira que enchia os olhos, ficava com a mentira. Era uma sonhadora.
Contava as horas para chegar aquele que ela elegera para roubar seu coração. Ele vinha, passava, voltava de onde surgiu, e nada. Ela tinha picos de emoção: na chegada alegria intensa, na passagem a agonia da falta de movimento, e na despedida era o misto de dor, esperança e compreensão.
Um dia acordou decidida. Iria até ele e falaria tudo que tinha para falar. Palavras despejadas parecem mais fáceis, uma vai no embalo da outra. Então, era só uma questão de escolher a primeira palavra. Mas como começar? E se falasse mais do que devia? Melhor nem começar.
Quem sabe um olhar? Um olhar e ele entenderia tudo que ela sentia e queria. Mas depois de tantos olhares escondidos será que ela conseguiria encarar ele? Melhor nem tentar.
E o livrinho de São Cipriano da sua avó? Alguma "magia" tinha que funcionar! Mas uns versinhos ditos e algumas coisas misturados iam trazer o seu amado? Será?
Decidiu não decidir. Era melhor assim, imagina se a culpa fosse dela por perder alguém tão querido. Então colocou a decisão nas mãos do destino. Enquanto via ele se aproximar, pensou consigo: " Se a sinaleira abrir eu pego o livrinho de São Cipriano, se mais de 5 carros passarem eu encaro ele, e se aquele vendedor de algodão doce vender algo para alguém, eu falo com ele."
A sinaleira abriu, mas isso ela sabia que abriria. Mais de cinco carros passaram, já haviam 4 parados no sinal, e a julgar pelo movimento mais um carro havia de passar. Tudo isso não era decisão do destino, era mais uma tentativa de motivação para fazer o que queria sem reclamar das consêquencias. No entanto o destino cabia a uma pessoa que estava tentando ganhar seu sustento. O vendedor de algodão doce era a incógnita. Ele foi parado por uma criança, que do nada surgiu, e levou um algodão doce verde.
Aquela bola de açúcar verde levou embora toda a esperança de adiar o momento da conversa. Então, ela respirou fundo, como se o ar fosse capaz de fazer mais do que lhe permitir a respiração. Foi em direção a ele, com passos curtos porém rápidos deixando os sonhos, e indo atrás das verdades.
Contava as horas para chegar aquele que ela elegera para roubar seu coração. Ele vinha, passava, voltava de onde surgiu, e nada. Ela tinha picos de emoção: na chegada alegria intensa, na passagem a agonia da falta de movimento, e na despedida era o misto de dor, esperança e compreensão.
Um dia acordou decidida. Iria até ele e falaria tudo que tinha para falar. Palavras despejadas parecem mais fáceis, uma vai no embalo da outra. Então, era só uma questão de escolher a primeira palavra. Mas como começar? E se falasse mais do que devia? Melhor nem começar.
Quem sabe um olhar? Um olhar e ele entenderia tudo que ela sentia e queria. Mas depois de tantos olhares escondidos será que ela conseguiria encarar ele? Melhor nem tentar.
E o livrinho de São Cipriano da sua avó? Alguma "magia" tinha que funcionar! Mas uns versinhos ditos e algumas coisas misturados iam trazer o seu amado? Será?
Decidiu não decidir. Era melhor assim, imagina se a culpa fosse dela por perder alguém tão querido. Então colocou a decisão nas mãos do destino. Enquanto via ele se aproximar, pensou consigo: " Se a sinaleira abrir eu pego o livrinho de São Cipriano, se mais de 5 carros passarem eu encaro ele, e se aquele vendedor de algodão doce vender algo para alguém, eu falo com ele."
A sinaleira abriu, mas isso ela sabia que abriria. Mais de cinco carros passaram, já haviam 4 parados no sinal, e a julgar pelo movimento mais um carro havia de passar. Tudo isso não era decisão do destino, era mais uma tentativa de motivação para fazer o que queria sem reclamar das consêquencias. No entanto o destino cabia a uma pessoa que estava tentando ganhar seu sustento. O vendedor de algodão doce era a incógnita. Ele foi parado por uma criança, que do nada surgiu, e levou um algodão doce verde.
Aquela bola de açúcar verde levou embora toda a esperança de adiar o momento da conversa. Então, ela respirou fundo, como se o ar fosse capaz de fazer mais do que lhe permitir a respiração. Foi em direção a ele, com passos curtos porém rápidos deixando os sonhos, e indo atrás das verdades.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Pois é...
Há duas semanas atrás, em um trabalho de grupo:
Eu: Penso que deveriamos colocar uma propaganda, dessa maneira, em vários idiomas, vai ficar bem legal.
Grupo: Ah, melhor não, vai ficar desconexo. Não vai ter relação nenhuma com o resto da apresentação.
Esta semana, sobre o mesmo trabalho em grupo:
Eu: A gente vai fazer um comercial, dessa maneira, em vários idiomas e vai colocar entre a apresentação 1 e a 2.
Grupo: Isso!!! Vamos ganhar pontos por pensar em um contexto tão atualizado e em como o mundo moderno funciona. Vai ficar bem legal.
Tô relatando essa história, real, porque vi no horóscopo dessa semana, depois do ocorrido, as seguintes frases para os capricornianos:
"Suas opniões precisam prevalecer, mas entenda que não será tarefa fácil, porque pessoas pensam que tudo deve ser resolvido democraticamente. Mas há momentos em que a democracia falha."
Pois é... a democracia falha. =D
Eu: Penso que deveriamos colocar uma propaganda, dessa maneira, em vários idiomas, vai ficar bem legal.
Grupo: Ah, melhor não, vai ficar desconexo. Não vai ter relação nenhuma com o resto da apresentação.
Esta semana, sobre o mesmo trabalho em grupo:
Eu: A gente vai fazer um comercial, dessa maneira, em vários idiomas e vai colocar entre a apresentação 1 e a 2.
Grupo: Isso!!! Vamos ganhar pontos por pensar em um contexto tão atualizado e em como o mundo moderno funciona. Vai ficar bem legal.
Tô relatando essa história, real, porque vi no horóscopo dessa semana, depois do ocorrido, as seguintes frases para os capricornianos:
"Suas opniões precisam prevalecer, mas entenda que não será tarefa fácil, porque pessoas pensam que tudo deve ser resolvido democraticamente. Mas há momentos em que a democracia falha."
Pois é... a democracia falha. =D
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